Hoje conheci um novo point, sobre o qual estava muito curioso. Em ruas ali paralelas à Marquês de São Vicente, perto do Motel Opium, dezenas de travestis, todos os tamanhos, todos os gostos, todos os tipos. Uma parte bem sombria da cidade, me senti bem pouco confiante e seguro. No entanto a quantidade de carros que circulava era enorme, muitas luzes muitos faróis, muitas lanternas. Como li no fórum da Elite, parece que o movimento voltava hoje e os aficcionados estavam ansiosos, com o cu piscando... Só olhei e voltei para casa... Lar doce lar, blog doce blog. Em anexo, uma das primeiras fotos que tirei das queridas que se deixaram fotografar, Alexandra seu nome, ou o nome que me deu...
A primeira vez que transei com um travesti foi aos 22 anos de idade... Havia comprado a minha primeira motocicleta e vagabundeava na madrugada pela cidade... Na Centro de São Paulo tomei contato com aqueles seres fascinantes, que ao mesmo tempo supriam meu tesão por homens e por mulheres... Que até então eu precisava dividir e esconder... Aliás até hoje divido e escondo, a não ser com poucos amigos e amigas... Compartilho cada vez mais com vocês, admiradores que a net me apresentou.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Cada vez mais na luz, cada vez mais na sombra
Hoje conheci um novo point, sobre o qual estava muito curioso. Em ruas ali paralelas à Marquês de São Vicente, perto do Motel Opium, dezenas de travestis, todos os tamanhos, todos os gostos, todos os tipos. Uma parte bem sombria da cidade, me senti bem pouco confiante e seguro. No entanto a quantidade de carros que circulava era enorme, muitas luzes muitos faróis, muitas lanternas. Como li no fórum da Elite, parece que o movimento voltava hoje e os aficcionados estavam ansiosos, com o cu piscando... Só olhei e voltei para casa... Lar doce lar, blog doce blog. Em anexo, uma das primeiras fotos que tirei das queridas que se deixaram fotografar, Alexandra seu nome, ou o nome que me deu...
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